Vendo multiplas CPUs/CORES no comando TOP

Muito útil! Basta apertar a tecla 1.

Pressionando o 1 você verá:

Selection_002

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Eclipse + CVS: vendo histórico do repositorio do projeto

Muitas pessoas precisam eventualmente checar o historico de repositórios CVS no Eclipse / RAD / RSA.

Existe um plugin muito eficiente para isso o CVS change Log: http://cvschangelog.sourceforge.net/

É so baixar e colocar na pasta plugins do Eclipse e voa la.

enjoy!

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Comparando DATAS no DB2

Este post serve como referência até pra mim, pois sempre esqueço como comparar datas no DB2. Na prática:

– Comparando TODA a data
SELECT * FROM XXX
where DATE(CAMPO)=DATE(‘2009-07-03′)
FETCH FIRST 100 ROWS ONLY FOR READ ONLY WITH UR;

– Comparando o ano – neste exemplo com a data atual
SELECT * FROM XXX
where YEAR(CAMPO)=YEAR(CURRENT TIMESTAMP)
FETCH FIRST 100 ROWS ONLY FOR READ ONLY WITH UR;

Um link completo sobre o assunto pode ser encontrado AQUI.

SQL: FOR READ e WITH UR

Muitas pessoas desconhecem as clausulas FOR READ e WITH UR, muito utilizadas em buscas em banco de dados, e que podem fazer uma imensa diferença na performance de sua aplicação/DB. Segue um pequeno exemplo que pode ser útil:

No caso:

SELECT * FROM TABELA FETCH FIRST 10 ROWS ONLY FOR READ ONLY WITH UR;

  • FETCH FIRST 10 ROWS ONLY -> quer dizer que é pra trazer somente as 10 primeiras linhas encontradas
  • FOR READ -> fala pro banco que esta trazendo dados somente para LEITURA, de forma superficial, quando você não usa isso, o banco deixa CURSORES posicionados na posição dos registros que você trouxe, ja preparando pra um update/delete – isso, consome recursos.
  • WITH UR -> quer dizer “with uncommited records”, ou seja, já traz os dados mais atualizados do banco, que sofreram um update, mesmo não tendo sofrido commit ainda.

Enjoy!

Os 7 pontos para o Sucesso

Acredito que em todos os projetos, o gerente ou o líder, deveria estar de olho nos 7 pontos que podem definir o sucesso do mesmo, para no momento adequado, tomar alguma ação. Resumidamente, os sete pontos são:

  1. Stakeholders (pessoas chave) estão comprometidos? (controle indireto – contexto)
  2. Os benefícios para o negócio estão sendo atingidos?  (controle indireto – contexto)
  3. Trabalho e agenda são previsíveis? (controle direto – conteúdo)
  4. Time está num alto nível de rendimento?  (controle direto – conteúdo)
  5. Escopo é realista e gerenciável?  (controle direto – conteúdo)
  6. Riscos estão sendo mitigados?  (controle indireto – contexto)
  7. Benefícios para a organização estão sendo notados? (controle indireto – contexto)

Para cada um, define-se um status: Verde, amarelo ou vermelho, que representariam algo do tipo: Ok, Atenção, Problema. De acordo com o status, deve-se definir um plano para mitigar o problema, embora alguns pontos não estejam no controle do projeto.

Para entender melhor, sugiro a apresentação abaixo que encontrei no slideshare, ela explica o que são os pontos em detalhes, como os examinar. Vale a pena dar uma conferida:

Enjoy

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Orientação a Objetos – slides

Disponibilizo para qualquer interessado os slides da primeira aula de Orientação a Objetos, uma introdução, ministrada na UNESP – São José do Rio Preto.

https://drive.google.com/file/d/0BxhdMuoEQRL-eEU0Y0JEWjNoZ00/view?usp=sharing

Enjoy!

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C++: iostream vs cstdio

Featured imagePara os programadores C++ iniciantes, existem muitas dúvidas sobre qual biblioteca utilizar, ou mesmo, se devo utilizar cout ou printf.

Encontrei um tópico muito interessante aqui.

Tirando um comentário deste tópico, podemos resumir que iostrean é type safety, cstdio é mais performático (rápido), iostream é extensível. Todavia, vale uma leitura completa no tópico e como sempre, utilizar o que resolve seu problema de forma simples, sem quebrar nada no futuro.

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