Epiphany, um navegador super leve

Epiphany, um navegador super leve

Eu realmente aprecio softwares leves. Não gosto de ter muitos recursos que eu realmente não vou utilizar. Portanto, mantenho em meu desktop Linux o navegador Epiphany.

Quando atualizei meu Ubuntu para 8.04, o mesmo trouxe o firefox 3 consigo. Sei que o mesmo está na sua versão beta, portanto vai evoluir muito.

Algo que eu percebi, é que na versão 2 o Firefox ja utilizava mais recursos de processamento e memória que o Epiphany. Agora, na versão 3, atravéz da simples observação do comando TOP, percebo que o Firefox está consumindo mais recursos ainda do que o Epiphany.

Em desktops para usuários comuns, a disputa por processamento e memória pode não ser tão acirrada, mas para desenvolvedores que mantem um Eclipse, um banco de dados, e um servidor de aplicação abertos ao mesmo tempo, economizar um pouco seu processador e memória é uma boa idéia.

Conheça o Epiphany, sua página é esta: http://www.gnome.org/projects/epiphany/

Para instalar no Ubuntu:

sudo apt-get install epiphany

Enjoy!

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Baixando e instalando o Tomcat 5.5 no Ubuntu 8.04

Baixando e instalando o Tomcat 5.5 no Ubuntu 8.04Particularmente eu prefiro baixar e instalar manualmente o Tomcat do que utilizar algum gerenciados de pacotes tal como o apt-get. Manualmente, colocamos tudo referente a ele no mesmo local e fica mais fácil de gerenciar nosso ambiente de desenvolvimento.

O primeiro passo é obter o Tomcat, para isso vá para http://tomcat.apache.org/download-55.cgi e procure pelo item “Core”. Selecione o arquivo tar.gz para baixar. Quando concluído você terá obtido o arquivo apache-tomcat-5.5.26.tar.gz.

Como root, vá para /opt , cole o arquivo que você baixou lá e descompacte-o com o comando:

tar -xvzf apache-tomcat-5.5.26.tar.gz

Será criada uma pasta chamada apache-tomcat-5.5.26. Sugiro criar um link para a mesma, em /opt, chamada tomcat com o comando:

ln -s apache-tomcat-5.5.26 tomcat

Em /opt você irá ter:

drwxr-xr-x 11 root root    4096 2008-05-08 19:08 apache-tomcat-5.5.26
lrwxrwxrwx  1 root root      20 2008-05-08 19:08 tomcat -> apache-tomcat-5.5.26

O próximo passo é configurar as variáveis de ambiente CATALINA_HOME e JAVA_HOME. A Catalina deve apontar para o diretório de instalação do Tomcat, e o Java, para o diretório de instalação do JAVA. No meu caso, para testar posso fazer assim:

export CATALINA_HOME=/opt/tomcat
export JAVA_HOME=/usr/lib/jvm/java-1.5.0-sun

Ai vou até o diretório bin do Tomcat (cd /opt/tomcat/bin), e executo o startup.sh com o comando:

./startup.sh

O passo final é ir até o navegador e testar atravéz do link:

http://localhost:8080/

Você deverá ver uma página default do Tomcat.

Para não precisar setar as variáveis de ambiente sempre que for iniciar o Tomcat, você pode proceder de duas formas:
1- Adicionando os comandos de export no script startup.sh
2- Adicionando no arquivo /etc/profile do seu Ubuntu.

Enjoy!

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TkCVS - Cliente CVS realmente leve e funcional

TkCVS - Cliente CVS realmente leve e funcionalContinuando com minha política de utilizar softwares leves, encontrei e testei o TkCVS, que é um cliente para CVS com interface gráfica, muito rápido e eficaz. Tem versões para Linux, Windows e MacOS.

Sua página oficial é: http://tkcvs.sourceforge.net/

Tambem existe uma versão para SVN chamada TkSVN. Super recomendados!

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Instalando e configurando o PostgreSQL 8.3 no Ubuntu

Instalando e configurando o PostgreSQL 8.3 no UbuntuNo meu ambiente de desenvolvimento, eu sempre utilizo dois bancos: o Postgres e o DB2. Basicamente devido ao fato de minha instalação de DB2 ser pesada pois tenho várias configurações de Data Warehouse e um banco muito carregado, o que torna o banco mais pesado para meu simples desktop. Então, para debugar meus softwares, vou com meu postgres levinho mesmo.

Minha idéia aqui é mostrar como instalar e configurar o PostgreSQL 8.3 no Ubuntu 8.04. As configurações são as mesmas para a instalação em Windows, a única diferença obvia é que você irá ter que ir ao site do postgres e baixar o Installer do Windows.

Vamos lá, iniciamos a instalação com o comando:

$ sudo apt-get install postgresql-8.3 postgresql-client-8.3

Recomendo também instalar o pgAdmin, que é uma ferramenta para administrar o postgres:
$ sudo apt-get install pgadmin3 pgadmin3-data

Algo que aconteceu comigo na migração para o Ubuntu 8.04, foi que tive que remover o Postgres 8.2 (apt-get purge postgresql-8.2) para conseguir iniciar o 8.3 corretamente. Se você concluir meus passos aqui e mesmo assim não conseguir conectar no Postgres, recebendo algum erro, provavelmente terá que dar o purge. (talvez com mais tempo de pesquisa eu poderia descobrir qual era o problema… se alguem passar por isso me diga please).

O próximo passo é setar uma senha para o usuário postgres com os seguintes comandos:

sudo su postgres -c psql postgres
ALTER USER postgres WITH PASSWORD ‘password’;
\q

O primeiro comando chama o utilitário psql com o usuário postgres e conecta no postgres especificamente no database postgres.
O segundo comando altera a senha do usuário postgres.
O terceiro comando finaliza o psql.
Note que a palavra password deve ser substituida pela password que você desejar.

Feito a instalação e mudança de senha do usuário postgres, você estará apto a desenvolver um trabalho no seu computador conectando normalmente ao postgres, porém, se a idéia é disponibilizar o acesso ao banco para receber conexões de outras máquinas, você vai ter que alterar dois arquivos para isso. Para isso, vá para o diretório /etc/postgres/8.3/main

Edite o arquivo postgresql.conf

Na linha listen_addresses, troque o localhost por *, ficando a linha assim:

listen_addresses = ‘*’

Dessa forma seu postgres vai “escutar” não só conexoes provenientes da sua própria máquina.

A próxima configuração no mesmo arquivo é habilitar a encriptação de passwords, para fazer isso descomente a linha abaixo simplesmente removendo o # da frente dela:

password_encryption = on

Finalmente a próxima configuração é no arquivo pg_hba.conf. Neste arquivo você consegue restringir o acesso ao seu banco de dados por IP. Normalmente queremos liberar o acesso para todos os IPs em uma faixa, no meu exeplo, quero liberar para todas as máquinas da rede 10.5.2.*, então eu adiciono a seguinte linha no meu pg_hba.conf:

host    all    all    10.5.2.0    255.255.0.0    md5

Feito isso, basta reiniciar o postgres com o comando:

sudo /etc/init.d/postgresql-8.3 restart

Enjoy!

Um pequeno exemplo de especificação “porca” by Microsoft

Um pequeno exemplo de especificação porca

Esses dias eu estava brincando com o AMSN, que é um clone de MSN Messenger para Linux que funciona perfeitamente, e percebi que na janela de chat, assim como no MSN tradicional, temos um botão que chama a atenção do nosso contado, fazendo um barulho na janela do mesmo e causando um efeito visual.

O interessante, é pensar como isso foi implementado.

Se você esta utilizando o MS MSN e chama a atenção de um contato, você não consegue chamar novamente aproximadamente pelos próximos 10 segundos.

Se você está utilizando o AMSN, você consegue ficar clicando no botão “Chamar a atênção” sem problemas, e vai realmente ficar chamando a atenção no computador de seu contato.

Ai podemos pensar, como que os engenheiros de software da Microsoft planejaram a implementação do “Chamar a atênção”?

Tudo indica que foi da pior forma possível. Eles resolveram implementar o controle que impossibilita uma pessoa ficar chamando atênçao na sua própria Janela. Ninguem jamais pensou que alguem poderia criar a funcionalidade num outro programa qualquer e se aproveitar dela para pentelhar contatos.

Que especificação “porca” não?

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Manual do Ubuntu 8.04

Manual do Ubuntu 8.04A atualização do Guia Ubuntu ja foi feita para contemplar a versão 8.04. Este guia é muito interessante pois sua abordagem é bem prática.

Recomendado para quem quer iniciar ou aprimorar os conhecimentos no mundo do Ubuntu! Para ver o guia, clique no seguinte link: http://ubuntuguide.org/wiki/Ubuntu:Hardy

Aproveitando o post, eu percebi uma melhora na velocidade e correções de pequenos bugs que me irritavam nesse release. Só fiquei chateado com algumas configurações que eu havia feito (para o X por exemplo), que foram sobrescritas e tive que fazer novamente.

De resto, recomendo o upgrade!

Enjoy.

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Configurando o cedilha no Ubuntu 8.04

Configurando o cedilha no Ubuntu 8.04Quando efetuei o upgrade para o 8.04, o Ubuntu sobrescreveu a configuração que eu ja havia feito aqui, então, para relembrar como fazer e compartilhar com demais interessados, segue o procedimento abaixo! É fácil, fácil:

Digite no terminal:

sudo gedit /usr/lib/gtk-2.0/2.10.0/immodule-files.d/libgtk2.0-0.immodules

Procure a seguinte linha:

“cedilla” “Cedilla” “gtk20″ “/usr/share/locale” “az:ca:co:fr:gv:oc:pt:sq:tr:wa”

Adicione no seu final o seguinte expressão “:en“, a linha vai ficar assim:

“cedilla” “Cedilla” “gtk20″ “/usr/share/locale” “az:ca:co:fr:gv:oc:pt:sq:tr:wa:en

Para que as alterações tenham efeito, será necessário reiniciar o X, para isso aperte ctrl + alt + backspace

Enjoy!

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Maioria das empresas brasileiras utiliza software livre

Maioria das empresas brasileiras utiliza software livreBoa notícia:

Os softwares livres estão sendo utilizados por 53% das empresas brasileiras. A informação é do Instituto Sem Fronteiras (ISF), que realizou uma pesquisa com mais de mil empresas de portes diferenciados em todo o Brasil, em novembro e dezembro de 2007, para avaliar a tendência da adoção dos softwares livres no País. A instituição considerou surpreendentes os dados obtidos pela pesquisa. Enquanto 73% das grandes empresas (que possuem mais de mil funcionários) fazem uso dos softwares livres, entre as empresas de pequeno porte (menos de 99 funcionários) o uso se restringe a 31%. Segundo a ISF, a afirmação contraria a crença de que os softwares livres seriam mais utilizados pelas pequenas empresas.

Segundo o ISF, o fato de empresas de grande porte estarem utilizando em maior quantidade os softwares livres tem uma lógica clara: as maiores empresas são menos permeáveis à pirataria em razão de sua capacidade de adquirir software proprietário ou de definir o uso de software livre e geri-lo de forma eficiente. Quanto menor a empresa, no entanto, mais tais condições se deterioram, criando mercado para a pirataria. A pesquisa apontou, ainda, que a região Centro-Oeste, com um total de 78% de utilização de softwares livres, lidera o segmento.

Fonte: http://www.abes. org.br/templ3. aspx?id=364& sub=348

É uma boa notícia vinda de uma instituição com um certo nível de respeito.

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Imprimindo para PDF no Ubuntu com o cups-pdf

Imprimindo para PDF no Ubuntu com o cups-pdfEu estava querendo imprimir para PDF direto do meu Ubuntu, essa é uma prática normal para muitas pessoas, que desejam por exemplo “imprimir” comprovantes de pagamentos.

Normalmente o Ubuntu 7.10 vem configurado para imprimir diretamente para PDF, então quando você for imprimir, poderá enviar para a impressora cups-pdf, o documento será salvo automaticamente dentro de uma pasta chamada PDF no seu diretório home.

Caso seu Ubuntu não tenha vindo com o cups-pdf instalado, você terá que seguir o seguinte procedimento:

1 - Na linha de comando, digite o seguinte comando para instalar o cups-pdf:
sudo apt-get install cups-pdf

2 - No arquivo /etc/cups/cupsd.conf , altere a linha:
RunAsUser Yes
para
RunAsUser No

3 - Reinicie o cupsys:
sudo /etc/init.d/cupsys restart

4 - Vá em Sistema -> Administração -> Impressão , e adicione uma nova impressora selecionando as opções “Impressora Local” e “Impressora PDF”, ou em inglês “Local Printer” e “PDF Printer”. Na próxima tela escolha “Impressora Genérica” e utilize o driver “Postscript Color Printer (Ver 3)”.

Agora você deve simplesmente imprimir selecionando a nova impressora instalada.

Finalizando, eu encontrei um tutorial para FEDORA, aqui.

Enjoy!

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Implementando Linux no ensino superior

Implementando Linux no ensino superiorNeste artigo eu gostaria de mostrar uma série de pontos que leva as faculdades Brasileiras a não adotarem Linux como algo comum no ensino superior e mostrar os passos que eu acredito serem os adequados para fazer uma implementação de Linux em uma faculdade com base na minha experiência no meio acadêmico.

Com este artigo, eu gostaria de atingir a comunidade acadêmica como um todo: Coordenadores, professores e alunos. É importante salientar que se professores e coordenadores não demonstram vontade de utilizarem Linux, os alunos tem que desempenhar seu papel e fazer pressão por isso.

Vamos iniciar pelos motivos que levam que a maioria das faculdades do Brasil utilizem somente Windows no ensino superior (o que é um fato). Dentre uma série de motivos que levam a isso, podemos destacar:

  • Falta de preparo do professor: O professor não conhece Linux ou conhece pouco e não se sente seguro em ensinar utilizando Linux.
  • Falta de vontade da faculdade em implementar Linux no seu laboratório: a faculdade ainda não acordou para os benefícios de se utilizar Linux. Isto deve ser encarado pela faculdade como um diferencial para seus alunos: “Aqui ensinamos com Linux”. E não como uma barreira. Também temos a questão de padrões abertos, mas infelizmente parece que esse pessoal ainda nem sabe o que é ODF e o quanto em dinheiro a implementação de ODF faria a faculdade economizar.
  • Falta de preparo do Administrador de rede: O administrador do Laboratório não conhece Linux ou conhece pouco. Dessa forma, os laboratórios da faculdades não tem um mínimo padrão em suas máquinas Linux, as mesmas não conseguem acessar os diretórios pessoais dos alunos e nem acessar a internet. Um fator “desanimador” para alunos utilizarem Linux, é que eles não conseguem sequer salvar seu trabalho desenvolvido em sua área pessoal! Eu mesmo quando estava na faculdade a uns bons anos atráz, tinha que acessar minha área dando inúmeros comandos. Isso por que eu era um usuário avançado, mas a maioria dos alunos não tem tal conhecimento, portanto, não usarão Linux se o ambiente não for bem configurado.
  • Comodismo: Professores, diretores, administradores e alunos, precisam conhecer outro sistema operacional e quebrar paradigmas. Independente se os indivíduos irão focar em tecnologias Microsoft como .Net, o conhecimento em Linux vai proporcionar ao aluno, facilidade de trabalho em ambientes corporativos em servidores Unix, AIX, Mainframe, etc. E isso é um diferencial que a faculdade deve oferecer aos alunos (dentre inúmeros).

Levantados alguns motivos, dos quais eu conseguiria falar muito, o que tornaria o artigo gigante e ninguem iria ler… vou mostrar agora como implementar Linux na faculdade em uma série de passos.

1- O Primeiro Passo é arrumar a casa e levantar os requisitos para a implementaçao do Linux. Neste momento, a faculdade DEVE preparar o administrador do laboratório e fazer com que o mesmo tenha um conhecimento decente para implementar um ambiente homogêneo, existem N empresas que dão treinamento em Linux, procure por algo. Para faculdades, é fácil encontrar até parcerias e conseguir um treinamento grátis! O Administrador, tambem deve verificar a capacidade das máquinas também. Dois erros muito comuns nesse momento são:

a) O administrador acredita que o Linux vai fazer mágica e vai rodar muito bem naquele velho Semprom com 256 megas de memória! Acorde! A interface gráfica do Linux (por exemplo do Ubuntu 7.10) é tão ou mais bonita que a do Windows Vista, portanto, é pesada! Cuidado com isso. Instale uma distribuição que rode BEM nos equipamentos dos laboratórios.

b) O administrador fornece a senha de root para todo mundo. Muito errado tambem! Root é somente quem vai administrar a máquina. Um elemento sem conhecimento de Linux pode facilmente “estragar” muita coisa com uma senha de root, bagunçar o FileSystem, etc…

O Administrador deve pesquisar qual a melhor forma de fazer o Linux conversar na rede que o mesmo possui. Normalmente as faculdades tem um servidor Linux rodando Samba como servidor de rede, então, pesquise LDAP, NIS, NFS, etc.. e veja qual a melhor solução para sua rede.

Lembre-se tambem de configurar o acesso a Internet. Se não tiver um proxy transparente, lembre-se de setar as configurações nos navegadores das máquinas, porém, sugiro pesquisar como implementar algo transparente.
Por fim, teste o ambiente. Não libere um laboratório sem ter testado EXAUSTIVAMENTE!

2- O segundo passo é dado somente a partir do momento no qual se tem um ambiente realmente produtivo em Linux, muito bem testado. Se o aluno/professor se deparar com um Linux mal configurado, lento, que não acessa a rede, etc, vai ficar traumatizado! A primeira impressão é a que fica. Para apresentar o linux posteriormente a essas pessoas para tentar mudar essa impressão, vai ser muito mais complicado!

Enfim, com o ambiente ok, desperte o interesse das pessoas! Apresente o Linux para os professores/alunos, mostre os benefícios de se trabalhar com software livre. É muito importante neste ponto, ter uma lista de compatibilidade e mostrar o que é possível e o que não é possível no Linux, por exemplo, Photoshop não existe em Linux, temos o Gimp. Explicar o que é ODF também é importante.

O fato principal neste ponto, é mostrar que não se está implementando Linux devido ao fato do mesmo ser gratuito ou por se tratar de ideologia. Os motivos tem que ser transparentes e claros.

Realize um estudo sobre tendências corporativas, padrões abertos, etc. Busque parceria com empresas, a IBM mesmo consegue dispor palestrantes sobre Linux que facilmente vão expor N motivos para se utilizar Linux.

3- Executando o passo um e dois de maneira adequada, as pessoas estarão abertas para conhecer o Linux e utilizar no dia a dia. O próximo passo então, é despertar a paixão por Linux e padrões abertos. Montar grupos de estudos, um grupo de usuários, algo que incentive a colaboração. Incentivar os próprios alunos a montarem cursos é muito importante tambem. Criar um Install Fest (evento no qual se instala Linux nas máquinas das pessoas) é algo que tráz publicidade para sua faculdade!

O passo 3 é um passo sem volta. Uma vez criada uma comunidade decente, a própria comunidade vai se auto-alimentar e vai propagar o conhecimento, a última questão agora então é dar a devida liberdade para a comunidade.

Finalmente, gostaria de salientar minha opinião, que esta implementação não é algo que pretende abolir máquinas Windows do meio acadêmico. MUITO PELO contrário. Eu acredito que um aluno DEVE ter contato com os dois sistemas (ou 3, 4, 5… MAC OS, FreBSD, Solaris, etc…) para que ele mesmo possa decidir qual o sistema que vai lhe trazer mais benefícios. No artigo estou falando de Implementação e não Migração.

Antes que perguntem também em que mundo vivo, eu sei de muitas faculdades que usam, apoiam e até desenvolvem Linux. Meu ponto aqui é implementar onde não se está implementado! Dar um apoio para quem precisa. :-)

Quando falo em Linux no artigo, não me refiro a distribuição alguma pois acredito que isto deve ser uma escolha de cada faculdade, em encontrar a distribuição que melhor lhe serve. Se quiserem saber minha opinião, eu honestamente sugiro que implementem Ubuntu no meio acadêmico pela sua facilidade de uso e pela facilidade com a qual o aluno vai colocar o liveCD em seu micro pessoal e utilizar em casa.

Por favor, estou aberto a sugestões, críticas, fiquem a vontade para postar comentários. Quem quiser uma ajuda em migrações/implementações por ai, pode contar comigo!