Instalando e configurando o PostgreSQL 8.3 no Ubuntu
Maio 8, 2008 — julianommartins
No meu ambiente de desenvolvimento, eu sempre utilizo dois bancos: o Postgres e o DB2. Basicamente devido ao fato de minha instalação de DB2 ser pesada pois tenho várias configurações de Data Warehouse e um banco muito carregado, o que torna o banco mais pesado para meu simples desktop. Então, para debugar meus softwares, vou com meu postgres levinho mesmo.
Minha idéia aqui é mostrar como instalar e configurar o PostgreSQL 8.3 no Ubuntu 8.04. As configurações são as mesmas para a instalação em Windows, a única diferença obvia é que você irá ter que ir ao site do postgres e baixar o Installer do Windows.
Vamos lá, iniciamos a instalação com o comando:
$ sudo apt-get install postgresql-8.3 postgresql-client-8.3
Recomendo também instalar o pgAdmin, que é uma ferramenta para administrar o postgres:
$ sudo apt-get install pgadmin3 pgadmin3-data
Algo que aconteceu comigo na migração para o Ubuntu 8.04, foi que tive que remover o Postgres 8.2 (apt-get purge postgresql-8.2) para conseguir iniciar o 8.3 corretamente. Se você concluir meus passos aqui e mesmo assim não conseguir conectar no Postgres, recebendo algum erro, provavelmente terá que dar o purge. (talvez com mais tempo de pesquisa eu poderia descobrir qual era o problema… se alguem passar por isso me diga please).
O próximo passo é setar uma senha para o usuário postgres com os seguintes comandos:
sudo su postgres -c psql postgres
ALTER USER postgres WITH PASSWORD ‘password’;
\q
O primeiro comando chama o utilitário psql com o usuário postgres e conecta no postgres especificamente no database postgres.
O segundo comando altera a senha do usuário postgres.
O terceiro comando finaliza o psql.
Note que a palavra password deve ser substituida pela password que você desejar.
Feito a instalação e mudança de senha do usuário postgres, você estará apto a desenvolver um trabalho no seu computador conectando normalmente ao postgres, porém, se a idéia é disponibilizar o acesso ao banco para receber conexões de outras máquinas, você vai ter que alterar dois arquivos para isso. Para isso, vá para o diretório /etc/postgres/8.3/main
Edite o arquivo postgresql.conf
Na linha listen_addresses, troque o localhost por *, ficando a linha assim:
listen_addresses = ‘*’
Dessa forma seu postgres vai “escutar” não só conexoes provenientes da sua própria máquina.
A próxima configuração no mesmo arquivo é habilitar a encriptação de passwords, para fazer isso descomente a linha abaixo simplesmente removendo o # da frente dela:
password_encryption = on
Finalmente a próxima configuração é no arquivo pg_hba.conf. Neste arquivo você consegue restringir o acesso ao seu banco de dados por IP. Normalmente queremos liberar o acesso para todos os IPs em uma faixa, no meu exeplo, quero liberar para todas as máquinas da rede 10.5.2.*, então eu adiciono a seguinte linha no meu pg_hba.conf:
host all all 10.5.2.0 255.255.0.0 md5
Feito isso, basta reiniciar o postgres com o comando:
sudo /etc/init.d/postgresql-8.3 restart
Enjoy!
Recomendo aos desenvolvedores de plantão darem uma olhada no software DBJMIN do meu amigo
Quem nunca ouviu alguem reclamar: “o sistema está lento hoje!!!”? Nestes relatos de degradação de desempenho, frequentemente levantamos que esta degradação é decorrente de instruções SQL mal estruturadas ou ainda banco de dados mal planejado, o que, num efeito cascata, só é sentido conforme o sistema vai sendo utilizado, as tabelas sendo povoadas, etc. O SGDB começa a exigir muito processamento, memória e a gerar gargalos na rede, causando assim, efeitos no desempenho da aplicação e na rede!
O Banco de Dados DB2 versão 9 para Linux, Unix e Microsoft Windows foi anunciado como revolucionário por razão da sua capacidade de trabalhar com XML nativamente. Por se tratar de um produto relativamente novo, há na literatura disponível poucos estudos que abordem de maneira objetiva e prática suas características em relação ao XML. Portanto, escrevi um artigo em conjunto com o professor Dr. Alex Poleto, da FEMA-ASSIS, que apresenta as características e funcionalidades do DB2 e demonstra o uso do mesmo em um cenário definido, com a intenção de contribuir com a comunidade acadêmica e profissional gerando um material de consulta que poderá servir de base para novos estudos.