Baixando e configurando JAVA para desenvolvimento (4 newbies)

Março 31, 2008

Baixando e configurando JAVA para desenvolvimento (4 newbies)Atendendo a pedidos de N alunos, e mesmo sabendo que está cheio do mesmo conteúdo na Internet (basta perguntar para o Google), resolvi criar um breve”How To” que explica como baixar e configurar o JAVA tanto para Windows quanto para Linux. O tutorial é bem básico mesmo e TOTALMENTE para novatos, não espere nenhuma configuração avançada.

No tutorial em questão, baixo a JDK 1.5, mostro como configurar o JAVA_HOME e como setar o PATH e finalmente como testar.

Para baixar basta clicar aqui: http://br.geocities.com/julianommartins/configurando_java.pdf

Quem quiser se aprofundar um pouco mais no setup do JAVA em Linux, segue um link bem interessante: http://douglascrp.blogspot.com/2007/12/ambiente-de-desenvolvimento-java.html criado pelo Douglas (see comments).

Por favor, critiquem, adicionem conteúdo, baixem e distribuam a vontade!

Enjoy!


Más práticas para quebrar um Deploy

Março 31, 2008

Más práticas para quebrar um DeployUm tema que eu gosto muito é “Boas práticas”. Não somente em escrita de código fonte, mas tambem em se tratando de todo o processo de desenvolvimento de software. Eu estava dando minhas eventuais pesquisadas sobre o tema e encontrei um Link muito interessante que mostra “más práticas” comuns que podem quebrar o deploy de um software.

É uma leitura recomendada para desenvolvedores WEB, segue o link: http://www-1.ibm.com/support/docview.wss?rs=180&uid=swg27007543

É legal observarmos a má prática 11, Communication breakdown. Isso realmente acomete não só o desenvolvimento de software, mas qualquer projeto profissional/pessoal! É importantíssimo em nossas comunicações, sermos claros e específicos.

As outras práticas são vistas tão facilmente em processos de desenvolvimento de software que eu acredito que esse paper deveria ser mostrado em cursos de graduação. Vou mostras para meus alunos. :-)

Enjoy.


Exemplo de leitura de teclado em JAVA

Março 27, 2008
Exemplo de leitura de teclado em JAVANas aulas de introdução a JAVA, normalmente os alunos criam classes e instanciam as mesmas, sem fazer uso de “informações digitadas pelo usuário”. Os dados ficam estáticos nas classes, ou seja, as informações de um cliente por exemplo, são passadas na própria classe que cria o objeto cliente.

Dessa forma eu acredito que é mais difícil para um aluno visualizar o que está realmente acontecendo no programa. Quando eu passei a mostrar basicamente como se recebe dados do teclado, para ai sim, deixar o aluno realmente “imputar” dados em objetos, eles passam a entender melhor o processo por ser algo mais interativo.

Eles entendem que o “cliente X” está na posição 0 do vetor e o “cliente Y” está na posição um pois ele digitou o cliente X primeiro.

Para exemplificar o uso de teclado em JAVA, eu criei uma classe SIMPLES, com fins DIDÁTICOS, e a apresento para meus alunos. Assim, após ter ensinado sobre classes, objetos, construtores, instanciação, nos passamos a implementar os mesmos no corpo do meu programa MenuExemplo.

Para baixar meu exemplo, clique no seguinte link: http://br.geocities.com/julianommartins/MenuExemplo.java

Sugestões são bem vindas!

Enjoy!

Maioria das empresas brasileiras utiliza software livre

Março 26, 2008

Maioria das empresas brasileiras utiliza software livreBoa notícia:

Os softwares livres estão sendo utilizados por 53% das empresas brasileiras. A informação é do Instituto Sem Fronteiras (ISF), que realizou uma pesquisa com mais de mil empresas de portes diferenciados em todo o Brasil, em novembro e dezembro de 2007, para avaliar a tendência da adoção dos softwares livres no País. A instituição considerou surpreendentes os dados obtidos pela pesquisa. Enquanto 73% das grandes empresas (que possuem mais de mil funcionários) fazem uso dos softwares livres, entre as empresas de pequeno porte (menos de 99 funcionários) o uso se restringe a 31%. Segundo a ISF, a afirmação contraria a crença de que os softwares livres seriam mais utilizados pelas pequenas empresas.

Segundo o ISF, o fato de empresas de grande porte estarem utilizando em maior quantidade os softwares livres tem uma lógica clara: as maiores empresas são menos permeáveis à pirataria em razão de sua capacidade de adquirir software proprietário ou de definir o uso de software livre e geri-lo de forma eficiente. Quanto menor a empresa, no entanto, mais tais condições se deterioram, criando mercado para a pirataria. A pesquisa apontou, ainda, que a região Centro-Oeste, com um total de 78% de utilização de softwares livres, lidera o segmento.

Fonte: http://www.abes. org.br/templ3. aspx?id=364& sub=348

É uma boa notícia vinda de uma instituição com um certo nível de respeito.


Imprimindo para PDF no Ubuntu com o cups-pdf

Março 18, 2008

Imprimindo para PDF no Ubuntu com o cups-pdfEu estava querendo imprimir para PDF direto do meu Ubuntu, essa é uma prática normal para muitas pessoas, que desejam por exemplo “imprimir” comprovantes de pagamentos.

Normalmente o Ubuntu 7.10 vem configurado para imprimir diretamente para PDF, então quando você for imprimir, poderá enviar para a impressora cups-pdf, o documento será salvo automaticamente dentro de uma pasta chamada PDF no seu diretório home.

Caso seu Ubuntu não tenha vindo com o cups-pdf instalado, você terá que seguir o seguinte procedimento:

1 – Na linha de comando, digite o seguinte comando para instalar o cups-pdf:
sudo apt-get install cups-pdf

2 – No arquivo /etc/cups/cupsd.conf , altere a linha:
RunAsUser Yes
para
RunAsUser No

3 – Reinicie o cupsys:
sudo /etc/init.d/cupsys restart

4 – Vá em Sistema -> Administração -> Impressão , e adicione uma nova impressora selecionando as opções “Impressora Local” e “Impressora PDF”, ou em inglês “Local Printer” e “PDF Printer”. Na próxima tela escolha “Impressora Genérica” e utilize o driver “Postscript Color Printer (Ver 3)”.

Agora você deve simplesmente imprimir selecionando a nova impressora instalada.

Finalizando, eu encontrei um tutorial para FEDORA, aqui.

Enjoy!


Implementando Linux no ensino superior

Março 12, 2008

Implementando Linux no ensino superiorNeste artigo eu gostaria de mostrar uma série de pontos que leva as faculdades Brasileiras a não adotarem Linux como algo comum no ensino superior e mostrar os passos que eu acredito serem os adequados para fazer uma implementação de Linux em uma faculdade com base na minha experiência no meio acadêmico.

Com este artigo, eu gostaria de atingir a comunidade acadêmica como um todo: Coordenadores, professores e alunos. É importante salientar que se professores e coordenadores não demonstram vontade de utilizarem Linux, os alunos tem que desempenhar seu papel e fazer pressão por isso.

Vamos iniciar pelos motivos que levam que a maioria das faculdades do Brasil utilizem somente Windows no ensino superior (o que é um fato). Dentre uma série de motivos que levam a isso, podemos destacar:

  • Falta de preparo do professor: O professor não conhece Linux ou conhece pouco e não se sente seguro em ensinar utilizando Linux.
  • Falta de vontade da faculdade em implementar Linux no seu laboratório: a faculdade ainda não acordou para os benefícios de se utilizar Linux. Isto deve ser encarado pela faculdade como um diferencial para seus alunos: “Aqui ensinamos com Linux”. E não como uma barreira. Também temos a questão de padrões abertos, mas infelizmente parece que esse pessoal ainda nem sabe o que é ODF e o quanto em dinheiro a implementação de ODF faria a faculdade economizar.
  • Falta de preparo do Administrador de rede: O administrador do Laboratório não conhece Linux ou conhece pouco. Dessa forma, os laboratórios da faculdades não tem um mínimo padrão em suas máquinas Linux, as mesmas não conseguem acessar os diretórios pessoais dos alunos e nem acessar a internet. Um fator “desanimador” para alunos utilizarem Linux, é que eles não conseguem sequer salvar seu trabalho desenvolvido em sua área pessoal! Eu mesmo quando estava na faculdade a uns bons anos atráz, tinha que acessar minha área dando inúmeros comandos. Isso por que eu era um usuário avançado, mas a maioria dos alunos não tem tal conhecimento, portanto, não usarão Linux se o ambiente não for bem configurado.
  • Comodismo: Professores, diretores, administradores e alunos, precisam conhecer outro sistema operacional e quebrar paradigmas. Independente se os indivíduos irão focar em tecnologias Microsoft como .Net, o conhecimento em Linux vai proporcionar ao aluno, facilidade de trabalho em ambientes corporativos em servidores Unix, AIX, Mainframe, etc. E isso é um diferencial que a faculdade deve oferecer aos alunos (dentre inúmeros).

Levantados alguns motivos, dos quais eu conseguiria falar muito, o que tornaria o artigo gigante e ninguem iria ler… vou mostrar agora como implementar Linux na faculdade em uma série de passos.

1- O Primeiro Passo é arrumar a casa e levantar os requisitos para a implementaçao do Linux. Neste momento, a faculdade DEVE preparar o administrador do laboratório e fazer com que o mesmo tenha um conhecimento decente para implementar um ambiente homogêneo, existem N empresas que dão treinamento em Linux, procure por algo. Para faculdades, é fácil encontrar até parcerias e conseguir um treinamento grátis! O Administrador, tambem deve verificar a capacidade das máquinas também. Dois erros muito comuns nesse momento são:

a) O administrador acredita que o Linux vai fazer mágica e vai rodar muito bem naquele velho Semprom com 256 megas de memória! Acorde! A interface gráfica do Linux (por exemplo do Ubuntu 7.10) é tão ou mais bonita que a do Windows Vista, portanto, é pesada! Cuidado com isso. Instale uma distribuição que rode BEM nos equipamentos dos laboratórios.

b) O administrador fornece a senha de root para todo mundo. Muito errado tambem! Root é somente quem vai administrar a máquina. Um elemento sem conhecimento de Linux pode facilmente “estragar” muita coisa com uma senha de root, bagunçar o FileSystem, etc…

O Administrador deve pesquisar qual a melhor forma de fazer o Linux conversar na rede que o mesmo possui. Normalmente as faculdades tem um servidor Linux rodando Samba como servidor de rede, então, pesquise LDAP, NIS, NFS, etc.. e veja qual a melhor solução para sua rede.

Lembre-se tambem de configurar o acesso a Internet. Se não tiver um proxy transparente, lembre-se de setar as configurações nos navegadores das máquinas, porém, sugiro pesquisar como implementar algo transparente.
Por fim, teste o ambiente. Não libere um laboratório sem ter testado EXAUSTIVAMENTE!

2- O segundo passo é dado somente a partir do momento no qual se tem um ambiente realmente produtivo em Linux, muito bem testado. Se o aluno/professor se deparar com um Linux mal configurado, lento, que não acessa a rede, etc, vai ficar traumatizado! A primeira impressão é a que fica. Para apresentar o linux posteriormente a essas pessoas para tentar mudar essa impressão, vai ser muito mais complicado!

Enfim, com o ambiente ok, desperte o interesse das pessoas! Apresente o Linux para os professores/alunos, mostre os benefícios de se trabalhar com software livre. É muito importante neste ponto, ter uma lista de compatibilidade e mostrar o que é possível e o que não é possível no Linux, por exemplo, Photoshop não existe em Linux, temos o Gimp. Explicar o que é ODF também é importante.

O fato principal neste ponto, é mostrar que não se está implementando Linux devido ao fato do mesmo ser gratuito ou por se tratar de ideologia. Os motivos tem que ser transparentes e claros.

Realize um estudo sobre tendências corporativas, padrões abertos, etc. Busque parceria com empresas, a IBM mesmo consegue dispor palestrantes sobre Linux que facilmente vão expor N motivos para se utilizar Linux.

3- Executando o passo um e dois de maneira adequada, as pessoas estarão abertas para conhecer o Linux e utilizar no dia a dia. O próximo passo então, é despertar a paixão por Linux e padrões abertos. Montar grupos de estudos, um grupo de usuários, algo que incentive a colaboração. Incentivar os próprios alunos a montarem cursos é muito importante tambem. Criar um Install Fest (evento no qual se instala Linux nas máquinas das pessoas) é algo que tráz publicidade para sua faculdade!

O passo 3 é um passo sem volta. Uma vez criada uma comunidade decente, a própria comunidade vai se auto-alimentar e vai propagar o conhecimento, a última questão agora então é dar a devida liberdade para a comunidade.

Finalmente, gostaria de salientar minha opinião, que esta implementação não é algo que pretende abolir máquinas Windows do meio acadêmico. MUITO PELO contrário. Eu acredito que um aluno DEVE ter contato com os dois sistemas (ou 3, 4, 5… MAC OS, FreBSD, Solaris, etc…) para que ele mesmo possa decidir qual o sistema que vai lhe trazer mais benefícios. No artigo estou falando de Implementação e não Migração.

Antes que perguntem também em que mundo vivo, eu sei de muitas faculdades que usam, apoiam e até desenvolvem Linux. Meu ponto aqui é implementar onde não se está implementado! Dar um apoio para quem precisa. :-)

Quando falo em Linux no artigo, não me refiro a distribuição alguma pois acredito que isto deve ser uma escolha de cada faculdade, em encontrar a distribuição que melhor lhe serve. Se quiserem saber minha opinião, eu honestamente sugiro que implementem Ubuntu no meio acadêmico pela sua facilidade de uso e pela facilidade com a qual o aluno vai colocar o liveCD em seu micro pessoal e utilizar em casa.

Por favor, estou aberto a sugestões, críticas, fiquem a vontade para postar comentários. Quem quiser uma ajuda em migrações/implementações por ai, pode contar comigo!


Joystick do XBox 360 no Ubuntu

Março 4, 2008

Joystick do XBox 360 no UbuntuEu estava querendo configurar o Joystick do XBox 360 no meu Ubuntu, e para isso encontrei um artigo muito bem detalhado em https://help.ubuntu.com/community/Xbox360Controller que funciona perfeitamente no Ubuntu 7.10.

Ainda para quem gosta de um jogo como eu, temos a página Ubuntu Games em http://www.ubuntugames.org , recomendo darem uma olhada no XMame, que é um emulador de Arcade.

Divirta-se!